quinta-feira, 23 de junho de 2011

Os olhos. Sorridentes, compenetrados. Aí olho a boca - formato de coração - rindo um riso tal que me fez rir junto, impossível ficar impassível. Atenta meus olhos buscam o narizinho, atrevido, arrebitado. "De onde vem esse nariz?" Só pode ser da outra vó, ou do pai. De mim que não foi! As mãozinhas graciosas, brancas. O cabelinho, as pernocas, as bochechas... Então olho a fotografia, da cabeça aos pés, sem pressa alguma. Curtindo cada detalhe, admirando tanta beleza. Chego a conclusão que Deus é generoso. Da semente do pai, do ventre da mãe... Gasto tempo - devidamente separado, generosamente reservado - admirando minha filha, minha Nana, meu amor.

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