quarta-feira, 18 de maio de 2011

“E tu apareceste, foi feito furacão.
Pensei em depois encontrar outros como ti,
Mas só o que encontrei foram brisas,
Brisas que não me moviam tanto.
Me prendiam, me molhavam,
Mas nunca tão úmida, nunca tão amorosa quanto tu, meu dono, costumava fazer.
Sou, enfim, uma escrava de teu amor por tempo indefinido.”

Leon Quirino

terça-feira, 17 de maio de 2011


Sim, eu estava hipnotizada,
por um momento senti que estava revivendo meu passado,
só que melhor quem sabe.
Não precisou dizer nada,
o olhar era tudo.
Por traz de um sorriso inocente,
um homem misterioso, essa é a palavra certa.
Quis cada segundo que o tempo parasse, que já pudesse-mos nos amar.
Que loucura, não?
Me envolvia a cada toque, a cada malícia.
Suas pegadas quase sempre tão fortes,
e seu carinho tão quão aconchegante,
exatamente tudo o que eu queria e precisava no momento.
Queria ter o conhecido antes, contudo, ele soube ser perfeito, no momento exato.
Queria apenas gostar de você, pra ser mais certa
com o tempo presente;
mas não.
É mais.

"Beijo tua boca, te falo bobagens..."